Covers 3

20/10/2014

Fim da trilogia.

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5 motivos por que eu voto Dilma

17/10/2014

1. Primeiro pq não vejo a hora de instalarem de vez uma ditadura comunista, ne. Acho esse resgate do século 20 bem legal, inclusive pra deixarem de falar que o Brasil é “um país sem memória”. “Ah, mas o PT está há 12 anos no poder e não implantou isso ainda”, dirá o leitor incrédulo. Meu kirido, o PT passou esses 12 anos aparelhando o Estado, roubando e corrompendo o Brasil todo, isso dá um puta trampo! Ou rouba ou implanta ditadura comunista; é como assobiar e chupar cana: não dá pra fazer ao mesmo tempo. Mas agora que tá tudo aparelhadinho e com muito dinheiro em caixa, pre-para!

2. Amo Cuba. Nunca fui, mas no novo mandato da Dilma vão ter voos diretos e baratíssimos SP-Havana. E sou a favor de o Brasil, que já é bem rico e desenvolvido, ajudar a melhorar a vida dos cubanos. Um pouco de altruísmo não faz mal a ninguém, ainda mais se tiver aquele mar do Caribe por perto rs.

3. Corrupção. Taí, me acostumei com isso? Acho que foi um governo que democratizou a roubalheira, que levou o assunto a todas as camadas da sociedade, acho saudável essa presença. Imagina se o PT para de roubar pq sai do poder? Dá um vazio só de pensar ne?

4. Pra manter o jornalismo vivo no Brasil. Se não tiver cartazes de pelo menos duas revistas semanais descendo o cacete no governo na banca de jornal, o meu fim de semana não começa. Acho importantíssimo esse posicionamento da mídia e, muito cá entre nós, a imprensa nem vai saber como agir se o candidato dela ganhar ne. Capaz de ter que demitir jornalistas, fechar publicações, um horror mesmo. Então vamos deixá-la fazer o que ela sabe fazer melhor.

5. Lobão e Roger. Gente, põe a mão na consciência: dois dos maiores expoentes do rock nacional estiveram expostos nos anos 80 ao padê mais batizado que já circulou no Brasil, com efeitos hilários a longo prazo, o principal deles conhecido como “delirium reacistus”, que é essa beleza que vcs têm visto nos últimos tempos. Especialistas recomendam não contrariar por até 50 anos aqueles que tiveram contato com essa substância. Se a oposição vencer, esses roqueiros maravilhosos se verão automaticamente como “chapa branca”, e as consequências desse choque são imprevisíveis. E todo mundo quer que eles e os amigos deles continuem na luta ne.

PS: Tô doido de curiosidade pra saber qual vai ser o tratamento magnânimo com que a futura ditadora Dilma vai exigir ser chamada. Eu tô torcendo por Grande Mãezona kkkk.

Covers 2

15/10/2014

Atendendo a pedidos, eis a segunda playlist de covers, mais legal ainda do que a primeira, com as boas-vindas das mulheres-maravilha Patti Smith, Grace Jones, Tina Turner, Debbie Harry e Nancy Sinatra, na sequência.

Covers

10/10/2014

Só.

Margem de erro

10/10/2014

Para ouvir até o segundo turno chegar.

Eleições 2014

06/10/2014

Os Estados com maior porcentagem de votos brancos e nulos para senador foram:

– São Paulo: 26,22%

– Minas Gerais: 26,19%

– Sergipe: 26,11%

– Paraíba: 25,30%

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63% dos meus vizinhos preferem Aécio. O horror. E o melhor desempenho de Luciana Genro na capital de São Paulo foi em Pinheiros, onde teve quase 5% dos votos.

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Os candidatos nanicos à presidência ficaram bem mais crescidinhos este ano em relação à eleição passada.

Em 2010, eles eram seis e somaram 1,17 milhão de votos. Agora eles são oito e tiveram 3,68 milhões de votos —só Luciana Genro teve 1,6 milhão, mais do que todos os nanicos somados em 2010.

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Impressionante a constância do desempenho de Rui Costa Pimenta, candidato a presidente pelo PCO, que em 2010 teve 12.206 votos e ficou em último lugar e agora também “alcançou” a última posição e teve 12.324 votos —118 votos a mais.

E aposto que são os mesmos eleitores.

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Dilma teve 4,38 milhões de votos a menos do que no primeiro turno de 2010.

Marina teve 2,54 milhões de votos a mais, e o candidato tucano também teve um desempenho um pouco melhor em 2014: 1,76 milhão de votos a mais.

Juntos, Marina e tucano tiveram justamente 4,30 milhões de votos a mais em 2014.

***

Acho que o gigante não só voltou a dormir como tá roncando forte porque:

– Collor, Caiado e Serra foram eleitos senadores
– O filho do Sarney foi eleito deputado federal. E o neto (!!) , deputado estadual no Maranhão
– O filho do Renan Calheiros e Geraldo Alckmin foram eleitos governadores no primeiro turno
– Os maravilhosos Coronel Telhada, Feliciano, Russomano, Tiririca, Bolsonaro, Clarissa Garotinho, entre vários outros, foram eleitos deputados.

***

É melhor acreditar no Curupira do que em pesquisas de intenção de voto no Brasil, especialmente as do Ibope. Pura ficção.

***

E o Rio Grande do Sul elegeu senador um dos primeiros memes da internet no Brasil, o Lasier Martins, aquele que tomou choque na festa da uva (“aqui do lado, Pederneiras“) e venceu dois dos melhores políticos do Estado, Olivio Dutra e Pedro Simon.

A sigla do Estado nunca fez tanto sentido como agora: RS.

On the road

01/10/2014

Mais de 2 horas de música para ouvir entre o embarque e o desembarque.

Scots

18/09/2014

No dia mais importante para a Escócia nos últimos 300 anos, uma playlist só com escoceses para ouvir devorando um haggis (não faça isso!):

Brasil

17/09/2014

Mais de duas horas só de música brasileira

Para Começar a Semana

16/09/2014

Playlist da rentrée 2014

14/09/2014

Duas horas de novidades, antiguidades e clássicos pra encarar o começo do ano 😉

Bye Bye Barcelona

11/06/2014

 

“Bye Bye Barcelona is a documentary about a city and it’s relationship with tourism, about the difficult coexistence between Barcelona and it’s people with tourism and tourists. It is a documentary that exposes through the thoughts of some of it’s residents, the grave effects that mass tourism has in the city.”

São Sotero e o subferiado carioca

21/04/2014

O Rio de Janeiro é uma cidade tão maravilhosa que foram escolhidos dois padroeiros para ela, porque aparentemente um só ficaria sobrecarregadíssimo com tanta maravilhosidade para lidar. A principal função de um padroeiro num lugar católico é provocar feriado na cidade, de modo que o Rio, só de santo local, tem dois por ano (não conto aqui o 12 de outubro, nacional).

Um feriado é 22 de janeiro, dia de São Sebastião —e provavelmente também dia de calor e praia. O outro escolhido foi São Jorge, cujo dia, veja só (como dizem os colunistas cariocas), é 23 de abril, providencialmete dois dias depois do feriado de Tiradentes, perfeito para “emendar”, essa prática para a qual o brasileiro vive. Não é lindo? Não sei se é uma coincidência divina o São Jorge ter ganho o seu dia justamente em 23 de abril ou se algum ishperto católico decidiu que esse santo seria um dos padroeiros do Rio, porque de besta o carioca não tem nada.

Então ficam aqui duas questões, para além do fato de que em 2014 o 21 de abril caiu na segunda-feira seguinte à Páscoa e, portanto, o dia 23 caiu numa quarta (adeus, terça), fazendo deste o maior carnaval  feriado do ano no Rio, depois do carnaval. A primeira questão é: quem é o principal padroeiro do Rio: Jorge ou Sebastião? Deve haver uma hierarquia, nem que seja por ordem de escolha —e aí eu descofio que o Sebastião ganhe, já que nunca houve uma São Jorge do Rio de Janeiro. Ou deve haver quem pagou mais por fora para conquistar o título (ou quem subornou para que não houvesse a divulgação dessa hierarquia).

A segunda é: coitado do São Sotero, celebrado pelos católicos no dia 22 de abril (dia do descobrimento do Brasil, aliás), mas relegado à categoria de “subferiado carioca”, caso o dia do colega São Jorge caia numa terça, quarta ou numa sexta. Fosse eu o Sotero, ficaria putíssimo e armaria um esquema com São Pedro para fazer chover em todo dia 22 que fosse segunda, terça ou quinta-feira.

Assim como ninguém nunca percebeu a existência de São Sotero, ninguém também perceberia a chuva que cairia no meio do “feriadão” —e não há nada mais terrível para o carioca do que uma chuva num dia de folga; é como se o time de futebol dele perdesse de goleada. Assim se faria alguma justiça.

 

 

30 coisas que você nunca vai ouvir de um paulistano

12/04/2014

1. Vem de carro? Pega a Rebouças, melhor coisa.

2. A avenida do Estado está cada vez mais aconchegante.

3. Pra mim chega, vou me mudar pra Guarulhos.

4. Um minhocão é pouco, tinha que ter uns cinco.

5. Eu pego a linha cento e setenta e sete ípsilon traço dez.

6. Ah, o São Vito… Doces memórias.

7. Você está certo, caro ciclista, aquela luz vermelha é pra todo mundo menos pra você.

8. Nossa, achei que você, que está com colete laranja e prancheta na Paulista, nunca viria falar comigo. Pois não?

9. Não sei onde você mora, mas em SP todos os taxistas sabem chegar a qualquer lugar. E rápido.

10. Pode sair do vagão, eu espero.

11. A 23 tá uma delícia.

12. Os motoboys estão buzinando pouco, que estranho.

13. Pelo menos o taxista veio ouvindo Sonic Youth. 

14. Pitta, melhor prefeito.

15. Ponte Octavio Frias de Oliveira

16. Meu sonho é entrar na Uninove.

17. Fui comprar um apartamento nos Jardins, estava tão barato que acabei levando dois.

18. Nunca ponho nome na lista.

19. O bom do Morumbi é que é perto de tudo.

20. Quero o dog só com salsicha, sem nada.

21. Véspera de Natal? Vai na 25 que você resolve tudo rapidinho.

22. Põe uma roupa de banho que a gente vai nadar no rio.

23. A conexão entre as estações Consolação e Paulista foi muito bem planejada.

24. Essa chuvinha aí não alaga nada.

25. O tempo hoje está bem normal.

26. Prefiro deixar o carro num estacionamento na Paulista e pegar o metrô.

27. Não é fofa a senhorinha alimentando esses 89 pombos na praça da Sé?

28. Sou eu ou a Augusta à noite está mais silenciosa?

29. Se o carro da frente está parado, há um motivo simples para isso, não preciso buzinar.

30. Tô saindo aqui da Berrini agora às 19h, vou passar rapidinho em casa em Santana pra trocar de roupa e te encontro na Lapa. Sim, ainda hoje.

Essa lista foi baseada nesta.

 

Brasil: Relatório Sobre a Tortura

09/04/2014

Alguns dos 70 presos políticos brasileiros que foram libertados (e expulsos do país para o Chile) em troca da soltura do embaixador suíço em 1970 descrevem e reencenam as torturas que haviam sofrido poucos meses antes pelos filhos da puta da polícia e do exército da ditadura.

Entre os entrevistados estão Maria Auxiliadora Lara Barcelos, linda, articulada, corajosa, estudante de medicina, e Frei Tito, brutalmente torturado durante 3 dias. Ambos tinham 25 anos se suicidaram poucos anos depois.

Marcantes são os depoimentos de Manoel Dias Nascimento, que foi torturado na frente da mulher, Jovelina Tonello Nascimento, que por sua vez também foi torturada na frente do marido. Ela não consegue narrar a tortura do próprio filho, de 2 anos, que, além de apanhar, viu os pais sendo torturados. Em 2012, o filho deu este depoimento à Folha.
E também o do cara que descreve como Marcos, geólogo, ex-seminarista e tornado metalúrgico, amigo de infância dele, se tornou epilético durante uma longa sessão de choques num pau de arara e como ele se tornou um quase um vegetal. Mesmo depois disso, no hospital, Marcos disse que “a luta não terminou, continuo operário e do lado do povo”.
E de Nancy Mangabeira Unger, 23 anos, irmã do próprio, que mostra as várias marcas de bala no corpo e o polegar ausente, decepado por uma bala de fuzil. É um filme impactante, especilamente porque os torturados não choram (poucos embargam a voz, mas não choram) e não têm medo; eles sentem ódio. E o filme mostra como o Brasil deixou de ser um horror total apenas há muito pouco tempo e se tornou palco de um horror moderado, digamos assim, com assassinatos praticados pela mesma PM.

GAtA

26/03/2014

Já que não é assim um probleeeeema tentar estuprar mulher no metrô (que o governo chama de “xavecar“), sugiro a criação da GAtA* (Gays Ativas Ativistas), grupo de homens que se infiltra nos vagões na hora do rush, utiliza seus superpoderes para identificar potenciais estupradores, se posiciona perto deles e, quando vir que o sujeito vai mandar ver, ele se antecipa e esporra no cara uma porra fluorescente que não sai nunca mais.

Nesse momento, o membro do GAtA, que até então estava à paisana, abre a camisa e mostra no peito peludo potentes caixas de som de onde sai Ooops, I Did It Again (o mamilo esquerdo é o botão on/off, e o direito, o do volume), de modo a identificar o “xavequeiro” daquele vagão.

Claro que isso não vai resolver nada, é só pra deixar tudo mais gozado mesmo.

(*o grupo utiliza o “t” minúsculo para salientar que a ação é sem Tesão)

Piers Morgan fora da CNN

24/02/2014
Piers Morgan

Piers Morgan

A saída do britânico Piers Morgan da americana CNN, segundo o britânico Guardian:

“Three years after the former Daily Mirror editor – famed in London for bouncing back from a series of scandals – took over from US broadcasting veteran Larry King, Morgan was told by CNN president Jeff Zucker it “was time for the show to end”.

Morgan, who lost his job at the Daily Mirror after publishing fake pictures of alleged British troop misconduct in Iraq, had built a reputation for campaigns on gun control while at CNN but was blamed for a steady slide in the show’s ratings since Larry King’s retirement.”

E segundo o americano New York Times, que primeiro noticiou o fato:

“It’s been an unhappy collision between a British television personality who refuses to assimilate — the only football he cares about is round and his lectures on guns were rife with contempt — and a CNN audience that is intrinsically provincial. After all, the people who tune into a cable news network are, by their nature, deeply interested in America.”

Her

20/02/2014

Her é mais um filme de Spike Jonze sobre losers, aqui um überloser, que não só se apaixona por um sistema operacional como consegue a façanha de ser traído por ele (Ela, aquela bitch!), enquanto tem um emprego de merda, que lhe consome os dias na tarefa minimamente criativa, mas essencialmente mecânica, de ditar cartas para desconhecidos.

Ele é um “desajustado” socialmente, se preferir, ainda que o desajuste mais evidente seja o da calça santropeito que ele usa. Loser megamaster.

Isso não é solidão, solidão é mais interessante, requer uma ausência do outro, uma não realização —e é belamente retratada em Nebraska, de Alexander Payne, para ficar em um filme em cartaz.

Her é sobre estase, letargia, desistência, o loser hollywoodiano, o indie, enfim, aquela figura que desperta mais compaixão no espectador do que raiva por não conseguir “get a life!”.

Dubstep + funk carioca

12/02/2014

Batman carioca na TV francesa

06/02/2014

Os franceses que entrevistaram o Batman e o cineasta carioca “que ganha bem pra caralho”, dois personagens que brigaram numa rua no Leblon e ficaram conhecidos com esse vídeo, são da equipe da France24 e produziram a reportagem abaixo, sobre a violência policial no Rio e a remoção de favelas para a construção das obras para as Olimpíadas no Rio (uma prática, aliás, secular na cidade, essa de expulsar pobres para embelezar a região).

O canal de TV francês entrevista moradores da Vila Autódromo, da Rocinha, do Santa Marta, a família do pedreiro Amarildo e, claro, o Batman e o diretor de Dedé Mamata. A Prefeitura do Rio não quis se pronunciar.

O barato da flor

06/02/2014
Hortênsia da boa

Hortênsia da boa

A crise está tão braba na França que os franceses estão roubando jardim pra fazer baseado de hortênsia.

C’est ne pas facile pour personne.

Je speak français

06/02/2014

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O governo francês está financiando escolas públicas bilíngues de Nova York e treinando professores de francês numa inciativa que petende destinar $2.8 million in five years to help support the expansion of the program to new schools.

The country’s identity is inexorably tied to French, and officials suggested that in promoting the teaching of the language worldwide — including taking a leading and unusual role in a public education initiative outside its borders — they were not only helping to enrich children, but also reinforcing and building the country’s economic, political and cultural ties with other countries.

Do New York Times.

Nome de solteira na França

06/02/2014

France has decided this week that in future all married women will be addressed by their maiden name in official correspondence unless they specifically request otherwise.

BBC Radio 4 discute essa medida.

Bowie e Nomi

05/02/2014

David Bowie e Klaus Nomi interpretam uma versão ótima de The Man Who Sold The World, TVC15 e Boys Keep Swinging no Saturday Night Live em 1979.

Verão $urreal do isoporzinho

04/02/2014

 

$urreal

$urreal

A Bloomberg resumiu o que está pegando neste verão carioca, criados e organizados no Facebook: o $urreal, moeda destes tempos de preços altos, e o isoporzinho, “movimento” em que, em vez de sentar no bar com os amigos, as pessoas se reúnem em praças, levam isopor com bebidas e pagam menos.

Como o jornal local O Globo gosta de dizer, transformando os preços em sujeitos da ação: “os preços assustam”. Ou, o meu preferido: “os preços enlouqueceram”.

Mundo mais velho

04/02/2014

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Pesquisa do Pew Research Center mostra que em 2050 o número de pessoas com mais de 65 anos vai triplicar em todo o mundo, de 530 milhões em 2010 para 1,5 bilhão de senhores e senhoras. Animação muito boa da BBC mostra How an ageing population will change the world.

Herança de Mandela

04/02/2014
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Winnie: #xatiada

Nelson Mandela deixa herança (uns R$ 10 milhões) para a família, empregados e para o partido dele, mas nada para Winnie, com quem foi casado por 35 anos.

 

Philip Roth continua dibowa

04/02/2014

Philip Roth

Philip Roth insists ‘I have no desire to write fiction. I did what I did and it’s done’.

Se ele não escreve nenhuma linha de ficção desde 2009 (o último livro dele, Nemesis, saiu em 2010), o que ele faz? “I swim, I follow baseball, look at the scenery, watch a few movies, listen to music, eat well and see friends. In the country I am keen on nature.”

Tá certíssimo.

O passado já era

04/02/2014

“Suddenly we find ourselves living in an online realm where the old is just as easy to consume as the new.”

Artigo da Wired trata de uma questão que você já deve ter notado há uns 10 anos e que a Internet salienta a todo instante: o passado é cada vez mais presente.

No recuo da bateria

04/02/2014

BATTERY-superJumbo

“Although computer chips have doubled in speed every few years, and digital displays have become significantly brighter and sharper, battery technology is largely stuck in the 20th century.”

The New York Times mostra no que empresas de tecnologia e pesquisadores estão apostando para diminuir o descompasso tecnológico entre a duração das baterias e a capacidade de processamento dos aparelhos —inclusive aparelhos sem bateria nenhuma.