A “verdade cruel” por trás do milagre escandinavo

2006 WINTER OLYMPIC GAMES, TURIN, ITALY - 21 FEB 2006

O autor inglês Michael Booth, casado com uma dinamarquesa e que já morou na Dinamarca, entre idas e vindas, durante 10 anos, lança em fevereiro o livro “The Almost Nearly Perfect People – The Truth About the Nordic Miracle“, o que parece ser uma espécie de “copo meio vazio” sobre uma certa exaltação dos países escandinavos, sobretudo por parte dos ingleses, nos últimos tempos.

Neste texto no Guardian em que ele promove o livro, ele diz:

“we Brits are now projecting our need for the existence of an earthly paradise northwards.

I have contributed to the relentless Tetris shower of print columns on the wonders of Scandinavia myself over the years but now I say: enough!Nu er det nok! Enough with foraging for dinner. Enough with the impractical minimalist interiors. Enough with the envious reports on the abolition of gender-specific pronouns. Enough of the unblinking idolatry of all things knitted, bearded, rye bread-based and licorice-laced. It is time to redress the imbalance, shed a little light Beyond the Wall.”

E então ele mostra, país por país (Dinamarca, Suécia, Finlândia, Noruega e, coitada, Islândia), “a verdade cruel por trás do ‘milagre escandinavo'”. Pelos termos usados nesse título, dá pra perceber que existe humor nessa “verdade cruel”.

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