2009

Pela segundo ano consecutivo, eu passo o réveillon no alto. Do 13º andar ao 5º, afastados por mil quilômetros. No horizonte, av. Paulista a uma distância razoável, depois Lago Norte, muito mais visível. Tenho a dizer que esses fogos precisam se reiventar. Aqueles coloridos que explodem e se espalham em forma de “oh!” já tem uns dez anos.

Isso só quer dizer que me isolei deliberadamente desta vez. É inédito isso. Preisava começar o ano com algo nunca dantes realizado (adoro dantes).

E é justo agora que o trema passa a não existir. Tipo, oi, o trema morreu e tá todo mundo comemorando neste exato momento? Insensíveis!

Mas tem um lado bom. Sequestro não tem mais trema. Isso pode ser usado na negociação a favor de sequestrado, porque já tirarm isso dele; o sequestrador não pode alegar igualdade de direito, nesse caso, porque ele é um palhaço e não pode alegar nada.

De qualquer modo, Björk e Bündchen permanecem. É o mínimo de dignidade que o trema merece.

Agradeço a presença do trema durante todos esses anos, sempre no topo e sempre em dobro. Um beïjo.

Feliz dois mil e love (até agora não sei se esse ‘love’ funciona)

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