Archive for abril \29\UTC 2008

29/04/2008

PIG OVER TROUBLED WATERS

Quem vai ser encontrado primeiro? O padre ou o porco?

E quem vir o porco do tio do Pink Floyd por aí pode mandar email para –sério!– lostpig@coachella.com.

Superfantástico!

27/04/2008

CANDY GALORE


When in doubt, take Madonna at face value, começa a resenha de Jon Pareles no NY Times de hoje, a melhor que li sobre “Hard Candy”.

My sugar is raw.

Right?

23/04/2008

SACODE

E o terremoto? Teve gente que “quase morreu”, que viu o prédio “ir para a direita e para a esquerda”, que achou que “tinha voltado a ficar doente”, que “teve enjôo”, que viu “a cama andar” e por aí vai.

Pra mim, achei elegante São Paulo no modo vibratório.

22/04/2008

NAS ALTURAS

A melhor notícia do dia: “Padre desaparece em vôo com balões de festa”. Peraí, pelo amor de deus, peraí! Coméquié? Vamos analisar:

Praticante do balonismo caseiro, também conhecido como navegação em balões de festa (…), o padre iria divulgar a Pastoral Rodoviária, de apoio a caminhoneiros.

“Divulgar” qualquer coisa ligada a caminhoneiros a 5.500 metros de altura é tão adequado quanto anunciar fralda na Playboy. Ou seja, só por isso já leva o prêmio Idéia de Jerico 2008.

E “balonismo caseiro”? Como assim? Qual a altura do pé direito dessa casa? hahahaha. Conhecido como “navegação em balões de festa”? Conhecido onde? Em qual buffet infantil?!?

O padre levava barra de cereais e água no vôo.

Sei. Tipo a Gol?

O padre escreveu que seu primeiro contato com balões de gás hélio foi na adolescência, quando cursava a sétima série.

Uma coisa, gato, é você ficar com voz de Pato Donald. Outra bem diferente é dar uma de Mary Poppins.

22/04/2008

Oooopa! A Veja já decidiu, tá? Foram os dois, e beleza. Precisa julgar não, bobagem, bora pro linchamento público, que tá firmeza.

Eu espero que eles não sejam os assassinos. Não porque ache que eles sejam inocentes, obviamente estou cagando pra isso. Mas porque a imprensa seria, quase sem exceção, esculachada pela irresponsabilidade de condenar, função, não custa dizer, que não cabe a ela em hipótese nenhuma, muito menos condenar a priori. Talvez a imprensa queira “furar” a Justiça.

E condenar (ou inocentar, mas isso não é notícia) não é só chegar a esse ponto baixo que só a Veja consegue. É apurar mal, é tomar como fonte única o que diz a polícia (e o que a polícia decide dizer), é editar imagens que condenam por si, é editar textos de modo a satisfazer o “que o leitor quer” (adoro jornalista, uma espécie bem curiosa de paranormal que sempre *sabe* o que o outro quer).

Já foram publicados, aqui e ali, muito discretamente, indícios do “circo da mídia”, uma espécie de tentativa de se distanciar de uma postura editorial tomada quase unanimamente (não sei se é unânime porque não leio todos os jornais, sites e revistas nem vejo muita TV) que é o de capitalizar, da maneira mais burra, uma morte trágica como essa.

Burra como foi a entrevista exibida no Fantástico ontem. Foram mais de 35 minutos de entrevista com esses dois. Se o Fantástico fosse um jornal impresso, essa entrevista ocuparia uns dois cadernos grandes inteiros, sem anúncios, um desporpósito.

Não houve nenhuma pergunta que prestasse, nenhum questionamento de fato, nenhum confronto, como o básico: Como você acha que a sua filha foi morta? Ou: O que você vai fazer para descobrir o assassino? Ou ainda: Quais atitudes vocês pretendem tomar caso se descubra que os assassinos não são vocês? Ou também: A decisão de dar essa entrevista e se mostrarem “carinhosos” e “religiosos” não é um ato de desespero?.

Nem pensar. O repórter queria que os dois chorassem. Nunca confio em lágrimas na TV. Isso é tudo menos jornalismo. É entretenimento da mais baixa categoria, porque usa dois coitados, pessimamente articulados, mal orientados e acusados de assassinato, a seu próprio favor, apenas para ganhar audiência, não para obter informações relevantes.

Ou você ficou sabendo de alguma novidade depois de TRINTA E CINCO MINUTOS de entrevista? Então essa entrevista, tão exclusiva quanto irrelevante, deveria ter, no máximo, uns cinco minutos, o que já seria longa. Mas por que fazer isso, né? Bora pro picadeiro. Só não vale publicar textos “chocados” com os “populares e curiosos” que querem linchar os dois, tá?

Uma coisa está diretamente relacionada a outra. Ainda mais num país pobre. Aliás, isso tudo é derivado da pobreza geral.

***

Por falar em pobreza geral, hoje a mãe da menina estava no show do padre Marcelo Rossi. Que luto gostoso… E vestida com aquela camiseta horrorosa com a foto da filha estampada. Além de pobre, há algo de podre aí.

Como disse a ex-atriz pornô Xuxa durante esse “evento”: “A violência começa dentro de casa. Você começa com um beliscão, uma pancadinha, aí estrangula, mata e fica por isso mesmo”. Adorei a evolução da coisa, principalmente porque ela já deu vários beliscões em rede nacional. Sorte da Sasha (e azar nosso) que ela ainda está viva, posso concluir. Ou não?

Chega desse assunto, vai.

12/04/2008

Os maiores portais do Brasil estão cada dia mais vulgares. Tratam com prioridade assuntos pobres, como engavatemento de carros, ônibus que cai em ribanceira (quer coisa mais pobre do que ribanceira?), vaca atropelada, cobra encontrada não sei onde, jacaré que mata turista, a lista de bizarrices é extensa.

Sugiro que todos os portais passem a ter uma estação dedicada a isso, chamada Acidentes. No menu, haveria os botões Animais, Carros, Gente (para mortes espetaculares e “incríveis”) e Natureza (terremotos, tsunamis, furacões etc.).

Pronto, eis um bom material pra conversa cretina em bares.

12/04/2008

BOBOS

Você acredita em resenha de disco publicada antes do seu lançamento? Vai chegar um dia em que alguma publicação vai se retratar e afirmar que o disco que fora comentado antes da hora continha material diverso da versão final.

E aí vai ser bonito.

Aliás, pra quê essa ejaculação precoce? Pra quê falar do disco do Portishead um mês antes de ele ser lançado _e sem ter certeza de que aquilo é o disco do Portishead? Pra mostrar que você está “por dentro”? Pra você dizer que o disco é “ótimo” antes de todo mundo? (Você já viu um disco que “vaza” _vazou? então limpa!_ ser ruim? Claro que não, é sempre ótimo!).

E quando o disco está efetivamente disponível, o que se faz? Ignora-se. Porque a novidade já é “velha”. Parece um editor que queria publicar uma matéria sobre o aniversário de morte de Frank Sinatra duas semanas antes da data para “furar” a concorrência.

Espertos.

12/04/2008

Veja a imagem maior. É uma foto de dois assassinos ou de dois inocentes?

Veja como é simples dizer que eles são assassinos só com uma imagem “factual”.

Aliás, não é de esperar outra coisa uma imprensa que vai na cola das versões policias sem questionar e ecoa os selvagens que pedem a morte dos dois. Um lugar onde há uma polícia deficiente e é povoado por miseráveis, a imprensa local é o retrato disso.

Mas poderia ser mais inteligente.

11/04/2008

Você acha que os crentes da Universal têm fé ou má-fé?

11/04/2008

ROBERTO, FOLIA & JESUS

Não se pode esperar muito de uma miss. Ainda mais de uma miss que namora o governador de Minas e fica com o KLB. Mas aí ela disse o seguinte depois do show do Roberto Carlos:

“Acho que o show do Roberto Carlos é tão emocionante quanto o Carnaval e a Paixão de Cristo”.

Acho que qualquer comentário pode estragar a frase.

09/04/2008

UPDATE

Opa! Parece que o pai e a madrasta da Isabella não são mais os assassinos.

Saco.

09/04/2008

Angela Bismarck é tão linda, tão avançada, tão orientalizada, que vai botar um hímen novo feito pela Nasa. Não rompe nunca. Ao contrário, ganha forma do objeto que dele se aproximar, tipo aqueles travesseiros hahahaha.

***

Por falar nessa mulher (mulher por enquanto), dois amigos ótimos propuseram uma enquete: Se Angela Bismarck e o Juan Carlos Abadía, o maníaco da Hello Kitty, tivessem um filho (o cara tinha 300 cuecas! Quase uma por dia do ano! Não vai romper hímen da Nasa?), o que esse ser seria?

– Uma Hello Kitty. Com boca. No formato da bunda da mulher-melancia
– Um mini-traveco que já vem com gilete embaixo da língua
– Cocô de mágico
– Borracha com cheirinho no formato da Hello Kitty
– Dilma Rousseff de biquíni
– Um membro da Yakuza (mafioso “orientalizado”)
– Um chicken McNuggets

***

Por falar em Abadía, e o bazar dele, hein? Sensacional. Teve biba que levou uma Bíblia em espanhol e um DVD do Pet Shop Boys. Ela disse que não sabia espanhol, mas que ia ler mesmo assim. Mas de baitolagem ela não ia precisar ter aula pra ver o DVD, né?

E tinha todos os objetos já produzidos em forma de Hello Kitty, que a mulher dele, Yéssica (é tudo muito bom), adorava. Deve ser a sucursal da Samrio mais noiada do mundo.

E as 300 cuecas –usadas!– foram vendidas a R$ 1 cada uma. Nemfodeno. Se bem que deve estar tudo cheio de padê. Onde você acha que ele mocozava? ha!

Como disse meu amigo (aliás, aguarde novo blog dos três), o que vai ter de neguinho destruindo os objetos comprados pra achar cocaína dentro…

08/04/2008

NO NEWS

Estava fora do país e observo dois assuntos predominantes em jornais, revistas, TVs e alguns sites.

Um é o da morte da menina Isabella em São Paulo. Parece-me bem evidente que os culpados são o pai e a madrasta porque a mídia e a ótima polícia querem e porque, é claro, é mais legal. Se não forem, a imprensa vai ter um trabalho danado para negar o que vem publicando sem provas.

Não é preciso que se diga que ele e ela mataram a menina, assim, textualmente. Perderia um pouco do charme de acusar sem provas. O gostoso é publicar fotos deles como se eles fossem de fato assassinos, com sombras. O gostoso é sempre dizer que a menina foi morta no “apartamento do pai”, que foram encontradas machas de sangue no “apartamento do pai”, que a relação do pai com a mulher “é marcada por ciúmes” (e ciúme acaba em morte, certo?), o gostoso é mostrar “a dor da mãe, a que mais sente”.

Não foi publicado nem dito, pra minha decepção, que o pai era “muito fechado e que não falava com os vizinhos”. Daria um bom casal de assassinos, não? Um pai problemático e uma madrasta, que não precisa ser nada além de madrasta para ser assassina, é o tipo de casal que mata dia sim, dia não. É um nível de drama ficcional bastante raso, mas é disso que o povo gosta.

Enfim, tomara que os pais não sejam esses monstros, porque é sempre bom a imprensa transformar um personagem que não apareceu até agora em monstro maior ainda e mais rápido ainda. As chances de saírem mais cagadas são maiores, o que é divertido.

Uma obs: está na hora de algum estilista, assim, mais consciente, tipo Ronaldo Fraga, fazer uma coleção com camisetas com fotos péssimas de crianças. É bem esquisito –e me parece um fenômeno latino– usar camiseta do seu filho morto para aparecer e comover, nessa ordem. Alguém usa essas camisetas depois da missa de sétimo dia? Quem manda confeccionar dezenas de camisetas assim menos de uma semana depois de uma morte brutal? Podia virar tendência. Modelito João Hélio seria vintage, por exemplo.

***

O outro assunto –ou não-assunto– que ocupa muitas páginas de jornal, mas não provoca nenhum efeito fora da esfera governamental é a tal suposta denúncia do suposto dossiê dos supostos gastos do suposto governo FHC. Bacana.

Para a imprensa brasileira, o Brasil, o mundo e o universo têm a gestão FHC como paradigma de sucesso, riqueza, boa governança, bom gosto e elegância.

O governo Lula, na metade do seu segundo mandato, também considera o governo FHC um ponto de inflexão na história do país e precisa apagar essa mancha de qualquer forma. Então ele prepara um dossiê (ou um suposto dossiê, ou um banco de dados, ou um suposto banco de dados. Chega!) para tentar chantagear a oposição na questão do mau uso dos cartões corporativos (“nós usamos mal, mas esse mau uso não começou hoje”).

Então surge a “denúncia” de que o governo teria esse dossiê para tentar chantagear a oposição. O conteúdo desse dossiê não importa. O que importa é que –meus deus! Quel horreur!– esse governo de gente pobre tenta, *cof,cof*, nos chantagear com gastos da imaculada dona Ruth. E isso precisa ser investigado, a qualquer custo.

Não, já disse que não importa o que há nesse relatório (dossiê, banco de dados. Chega!), o que importa é o que as mentes criminosas que comandam o país fariam se nós, a imprensa (veja bem!), não as tivéssemos denunciado.

Viu só como é legal ter uma imprensa assim? Estamos salvos! Basta ver a edição da Folha no dia seguinte do pronunciamento da ministra-gata Dilma Rousseff. *Todas* as seis fotos em uma mesma página tentavam mostrá-la em posições constrangedoras. Então, você, leitor esperto, pensa: se um jornal tucano edita e publica essas fotos, é porque existem interesses tão ótimos que fazem com que o próprio jornal escorregue na própria sede de punição e caia, ele mesmo, em descrédito absoluto.

Ou seja, voltei ao Brasil, e parece que nada está acontecendo. O Brasil está se transformando num enorme Portugal.

07/04/2008

DEPILADO E TRANSPARENTE

É sempre legal zoar o Richarlyson. Primeiro porque ele tem esse nome. Segundo porque ele acha que fazer a sobrancelha é “higiênico” (sério).

PERGUNTA – Vai a salão de beleza?
RICHARLYSON – A salão vou pouco. Faço cabelo com o Giba, aqui no CT [da Barra Funda]. Não faço sobrancelha, tiro só o excesso. A maioria faz aqui no Giba. Gente, isso é até engraçado. Isso não é vaidade, isso é higiênico, já pensou ir num restaurante com as unhas sujas e mal cortadas? É a mesma coisa que ir a um restaurante de camiseta regata, com os pêlos à mostra, suando.

Chofalar uma coisinha pra vc, gato: tirar a sobrancelha = tirar o excesso, ok? E outra: quem fala “gente” no começo de frase? Só quem tira a sobrancelha, oras!

A pergunta que o cara tinha que ter feito é: e se o cara em questão estiver depilado (quer dizer, sem o “excesso”) e sem suar? É higiênico ou é tesudo?

Mas tudo bem, Richarlyson (me parece de origem sueca, não?), vou dar uma chance, mesmo depois de você admitir que gosta de Emilio Santiago –Emilio Santiago, é foda, hein? Emílio Santiago! Estou estupefacto hahahaha! E ele ainda disse que gosta de cantar “Saigon” numa entrevista que maldosamente foi intitulada de “Meu jeito de ser incomoda muito”, diz Richarlyson, título adequado, convenhamos, a uma entrevista com Ney Matogrosso em 1973.

Mas vou dar uma chance a você assim mesmo porque eu quero que você se saia bem na fita:

PERGUNTA – Acredita que se daria bem no palco, pois gosta de aparecer?
RICHARLYSON – Não é que eu goste de aparecer. Talvez apareça pela minha transparência.

Oi? Agora você é de vidro? De Murano, claro, porque é mais “higiênico”…

04/04/2008

BUATSI

Obviamente eu não tenho saudades de boate. Mesmo se a boate se chamar de clube. Principalmente se esse clube me aceitar como sócio (carteirinha nº 011).

Ocorre que eu vi uma série de depoimentos, todos um pouco emotivos demais, sobre o tal clube, que se chama Lov.e e vai fechar depois de dez anos –surgiu como Lov.e Club & Lounge, porque tinha pufes…. Esse “.e” é uma das coisas mais passé ever, mas, por isso mesmo, é algo divertido e simbólico da neo-cafonice paulistana.

Então resolvi contar uma ou duas coisas.

Até o “advento do Vegas”, o Lov.e tinha sido o lugar aonde eu mais havia ido em SP. E as idas começaram em 98. Com drum’n’bass, veja só. Durante meses, ia todas as quintas com meu amigo. Todas. Era um som fresco (apesar do calor e do fedor da pista), tinha a ver com o momento, era agressivo e delgado na medida.

Fiquei muito bêbado, muito louco e, poucas vezes, muito sóbrio nesses e em outros dias. O som que saía das caixas, definitivamente, foi o melhor que já ouvi na cidade. Era bom ficar no meio da pista, o corpo se movia direitinho, impulsionado pelos graves e pelas luzes na pista, nunca muito escura, nunca muito clara, nunca muito feérica, mas sempre “moving”.

A máquina de tirar foto grátis que ficava na entrada do banheiro era “a maior legal” e não durou muito.

Aí teve um momento, um só, que não se repetiu nunca mais em lugar nenhum do mundo. Num dado dia, estava eu em outra balada e decidi, sozinho, ir ao Lov.e porque eu queria dançar um pouco (aliás, esse era um dos principais motivos para ir até lá).

Cheguei às 5h e pouco, deixei o carro no manobrista, abri a porta do Lov.e, e “Blue Monday”, do New Order, começou a tocar num remix ótimo. Como não houvesse ninguém na minha frente, continuei meu passo até a pista e dancei como se deve. Quando a música acabou, uns dez minutos depois, segui o caminho de volta e fui embora. O meu carro ainda estava à espera do manobrista. Entrei e fui pra casa. Era esse momento resoluto e mágico que eu precisava naquele instante –e foi espetacular.

O DJ que fez isso pra mim sem saber foi The Hacker, soube depois.

Pronto, acabou, tchau, que venham novas boates, novos clubes, porque os que existem hoje em SP são muito esquemáticos.

04/04/2008

Ozzy Osbourne não está a cara da Suzana Vieira?

04/04/2008

AH, TÁ

E o excelente cantor e versátil ator Toni Garrido manda avisar à imprensa que “está de saída” da banda Cidade Negra, mas “não está disponível para entrevistas”. Obrigado por nos lembrar que você e essa banda ainda existem, gentil de sua parte.

Será que vai ter alguma entrevista “exclusiva” na qual ele vai “abrir o jogo”?

Faz isso com a gente não.

03/04/2008

ATENCIÓN!

Chico César começa hoje maratona de shows na Argentina.

Bora voltar o “cacerolazo” porque isso é mais grave do que locaute de produtores rurais!

03/04/2008

WET TRAFFIC

Viu que foi só chover que o trânsito de SP bateu novo recorde? Tá usando o maiô da Speedo!

02/04/2008

JÁ VISTO

Miamarro em notícias de ciências:

Descoberto o menor buraco negro já visto

1) Isso porque esses cientistas nunca foram à Loca.

2) Já visto. Os não vistos pertecem a outra categoria, né?

01/04/2008

O ETERNO RETORNO

Parece que vão ter de providenciar entrega de senha, porque tem muita gente voltando –e voltando ao mesmo tempo. Não vai caber, cara!

Se não, vejamos:

– Diz que o trip hop “voltou”. Muito bom! Até porque foram citados Moloko, Morcheeba e Supreme Beings of Leisure, todos tão aleijados nos anos 90, que o último tocou até no Blen Blen, que deus o tenha. Mas, enfim, se você acha que o trip hop “voltou”, boa sorte, beijo.

– Diz que o electro voltou também. Xi, agora não me lembro se ele voltou ou se ele morreu… Mas eu acho que ele “está de volta” também, pode procurar direito.

– Diz que a psicodelia voltou. (Tenho que confessar que eu gosto muito mais de site indie brasileiro do que de site indie americano porque aqui eles são seriões. Não dá pra copiar e ainda ser engraçadão, como Pitchfork, Stereogum etc.).
E digo mais: diz que a psicodelia voltou e foi a maior viagem hahahahaha.

– Não vou nem falar no stress que foi 2007, com Rage Against the Machine, Jesus & Mary Chain, Police, Happy Mondays, tudo “voltando”. Vamo fazer uma fila direitinho?

– Bom, parece que o Beto Barbosa voltou também.

Adocica.