Archive for março \26\UTC 2008

26/03/2008

O PIAUÍ ESTÁ EM CHAMAS

O melhor do Big Brother não passou na TV. Está hoje nos sites do Piauí!

Por exemplo, o meionorte.com.br, o site que traz “notícias do Piauí, Brasília, Ceará, Maranhão, Brasil e do Mundo”. BRASIL E DO MUNDO! hahaha.

Pois bem, essa publicação, noticia o seguinte (berenice, segura):

** “Globo deu tempo a mais para Rafinha se recuperar”, denuncia prima de Gyselle Soares

Denúncia! hahahaha

O tio de Gyselle, Francisco Soares, acha que houve erro de estratégia no final, ao invés da multidão estar no clube deveria seguir com a votação.

Pararam antes! hahahahaha. É que as mensagems do Piauí demoram mais pra chegar ao Rio. Diz que ainda tinha um monte de voto em Minas Gerais quando a votação foi encerrada hahahaha.

** Mr Manson, do cocadaboa, debocha de Gyselle no BBB

Linha fina: Para ele a consagração da piauiense no reality show da globo seria nossa chance

CHANCE DE QUE? hahahahahahahaha. Eles acham que essa Gyselle ia gastar o R$ 1 milhão só no Piauí? hahahaha. Que ia gastar metade do PIB do Estado em THE? Sabe o que é THE? É como eles chamam Teresina! THE é Teresina em inglês hahahaha.

** Gy, pra gente você é a grande campeã do BBB

Essa é a manchete (só um pouquinho editorializada) da seção de Entretenimento do site, cuja linha fina é: R$ 1 Milhão escapou, mas piauiense chegou à final representando com honradez o Piauí no BBB. Escapou e honradez!

Aí a primeira notícia relacionada: Bebê que nasceu no terceiro paredão da piauiense Gyselle está no Cacique de Ramos

Eu estou passando maaaaaaaaal! A final do BBB foi um Réveillon no Piauí! Tipo, o primeiro bebê do ano!

** Aí vem a denúncia total, o desabafo, o que está preso na garganta de todo piauiense hoje:

TV Globo rompe normas do “BBB” para não dar R$ 1 milhão para a “como e dorme” Giselle

O texto acaba assim: A Gyselle mostrou que [o game] não [é “verdadeiro”] e expôs as fraturas do sistema. Por isso a TV Globo “roubou” o resultado pró-Rafinha, o homem cordial. Sensacional!!!!

***E eis que a moça está em processo de virar mártir e depois da “carreira de cantora na França”, vai acabar fazendo milagre no Piauí:

Assembléia aprova voto de louvor à Gyselle

Hahahaha! Alguém avisa que esse voto não conta? Mas o português é excelente!

** E tem mais, porque eles vão ATÉ O FIM:

Assembléia quer investigação na final do BBB

Morri, tchau!

24/03/2008

MÚSICA PARA AS MASSAS

Nunca havia gargalhado ao ler nada do caderno Mais! da Folha. Hoje rolou, e o humor não era involuntário. Da coluna de Jorge Coli, que compilou algumas “pérolas” tiradas (ou não) literalmente de vestibulares pra música:

** A importância de Tristão e Isolda reside no fato de que é uma música muito triste. Mais triste que a Tristesse, de Schopping

Gentê! hahahahaha. Muito bom, mas a tristeza maior é o nome do compositor da canção “menos triste”: Schopping. Não, não aquele que tem estacionamento. Chopin! Sim, do prédio da Narcisa.

** Os maiores compositores do Romantismo são Chopin, Schubert e Tchaikovsky. No Brasil, temos Roberto Carlos e Daniel

Sen-sa-cio-nal! Incluiria o Wando, só para manter o paralelismo de citar três de cada “país”.

** Virtuoso no piano é um músico com muita moral

Porra, brother! O cara manda muuuuito, na moral.

** Carmen é uma ópera e Carminha Burana é sua filha

Ô, familinha desgraçada.

** Os compositores renascentistas reviveram a música, pois ela havia sido morta pela Inquisição

Foi. Levaram a música pro pronto-socorro enquanto a polícia procurava a safada da Inquisição. Aí os médicos renascentistas (especializados nisso mesmo), que já tinham visto horas de “ER”, foram maravilhosos, e hoje você ouve Calcinha Preta graças a eles. Que deviam se chamar Heróis.

** As Fugas de Bach são famosas porque ele não queria ficar preso em nenhum sistema

Nem Bach, nem as galinhas, cuja fuga passou até no cinema.

** A música eletroacústica é a mais avançada das tendências da música eletrônica hoje em dia. Seus principais compositores são os DJs e a banda Craftwork

Tipo… Oi?

** Chopin fez poucas baladas, pois sofria de tuberculose. Assim não dava para ele cair na gandaia à noite, dançar, beber e curtir as minas, mais parece que ele não era chegado

Mal sabe ele que no edifício que leva o seu nome rolam altas.

** Bach está morto desde 1750 até os dias de hoje

Initerruptamente!

** Mozart morreu jovem. Sua maior obra é a trilha do filme Amadeus

Parece que ele morreu tão jovem, mas tão jovem, que ele não chegou nem a ver o filme pronto. Uma tristeza (menor do que a de Schopping, claro).

** Muitos pesquisadores concordam que a música medieval foi escrita no passado

Foram semanas de debates intensos entre a comunidade acadêmcia, mas, no fim, não teve nenhum que discordou. Saíram até pra comemorar depois.

** Cage inventou os quatro minutos de silêncio

Foi mesmo. Diz que rola até direito autoral. Então o pessoal, que não é bobo nem nada, faz direto só um minuto de silêncio. Porque é grátis.

** Os menestréis e trovadores transmitiam notícias e estavam nas festas. Andavam de cidade em cidade, de castelo em castelo e iam até nos shows de TV.

Faltou dizer que era tudo permuta hahahahaha.

** A ópera mais romântica é a Paixão de Mateus por Bach

Praticamente um Brokeback Mountain.

** Há uma espécie de Corais feitos por Bach, que se chamam Florais e são usados como remédios milagrosos

Parei.

24/03/2008

– Ah, sabe, é que eu sou um músico underground.
– Não sabia que você tocava no metrô.

20/03/2008

FUCK POLITELY

Outro dia eu estava na Internet (no names) e vi que havia uma senhora que prestava esclarecimentos ao público sobre “boas maneiras na cama”. Como me pareceu um tema bastante paradoxal (“com licença, posso meter?”), enviei algumas perguntas, que, infelizmente, não foram respondidas.

Mas deixo-as aqui caso algum leitor tenha uma resposta. Observe que o tom era de um internauta genuinamente educado e curioso hahahaha:

** Peido é natural, em algumas culturas até é sinal de elogio. Mas, às vezes, um peido durante a transa pode não soar (nem cheirar! hehehe) bem. O que deve ser feito quando alguém peida na cama? A gente pede desculpa ou goza antes?

** Estou com a minha namorada na cama e gostaria de ser elegante. Devo meter pela direita ou pela esquerda, como os franceses tradicionais?

** Tenho claustrofobia e só consigo transar em lugares amplos, como um bom loft. Como explicar para minha parceira que sofro desse tipo de síndrome sem que ela ache que eu sou esnobe?

** De uns tempos para cá, meus pêlos pubianos começaram a ficar grisalhos. Vc acha que eu devo assumi-los diante da minha parceira ou devo tingi-los?

** Adoro quando minha mulher engole. É de bom-tom que ela me devolva isso durante o beijo?

Acho que isso pode ajudar muita gente. Obrigado, Brasil!

18/03/2008

O FETICHE DO TRÂNSITO

Há uns 30 anos, o trânisto em SP é tema de indignação, revolta, stress. Ou seja, ninguém se acostumou ainda. Ou melhor, reclamar da dificuldade de circulação de véculos na cidade é um fetiche social. Engraçado que quem reclama tem carro e ajuda a aumentar o trânsito na cidade (obviamente que SP não oferece muitas alternativas a quem não tem carro, além de ser mal administrada há décadas, cujos prefeitos construíram “Minhocão”, “Cebolão” e outras aberrações para “melhorar” o trânsito –a mais nova bizarrice é uma ponte monstruosa que liga o Morumbi à Cidade Jardim, que alguns idiotas chamam de “novo cartão-postal”– etc. etc. blablablá).

Basta uma chuva no fim da tarde para que “o motorista encontre dificuldades”. E tome prazer sádico ao acompanhar a evolução de gráficos que mostram as centenas de quilômetros de engarrafamentos. O prazer está também em compartilhar com “os amigos numa mesa de bar” o tempo “absurdo” que se levou para ir de um lugar a outro.

Agora descobriram que existe até engarrafamento nas garagens de edifícios.

A conversa geralmente acaba em “Onde isso vai parar?”, sendo que parado já está, não é por nada não.

Outro dia estava ouvindo uma rádio que cobre exclusivamente o trânsito em SP –veja o grau de sofisticação desse fetiche– “a rádio que cobre o trânsito da cidade mais engarrafada da América Latina”, disse o locutor, orgulhosíssimo. É muito bom, porque é uma rádio sobre o nada, a não ser que você seja taxista ou um sádico para gozar ao saber que tais e tais corredores estão parados –ou desconfiar quando ouve que determinado trecho da Marginal está livre (“e, quando eu digo livre, é livre meeeeeesmo”, como ouvi) às 20h de uma sexta.

Enfim, é curioso que haja surpresa e indignação vazia em relação a isso. Uma cidade com uns 12 milhões de habitantes que não investe nem investiu em metrô e outros transportes públicos deveria ter um trânsito fluido? Jura mesmo? É assim e não vai mudar tão cedo, não precisa ficar nervosinho nem exigir “respeitô”. Lide com isso e pronto, normal.

Mas eu acho que há um sentimento de orgulho, no fundo. O trânsito em SP é um sinal de progresso, de caos urbano, de “loucura da metrópole”. Du-vi-do que, se os engarrafamentos monumentais deixassem de existir, SP se orgulharia dessa ausência de trânsito. É legal ter um motivo “externo” para se estressar –e um motivo que se sabe inexorável. É quase como xingar o time adversário em futebol. É saudável!

Por isso a “delícia” que São Paulo é durante os feriados, “sem trânsito nenhum”.

E te digo mais uma coisa: sabe o que esse trânsito todo em SP provoca nas outras cidades do Brasil? Inveja. Em Brasília, cidade com trânsito sonolento, se diz que “o trânsito está uma loucura”, como sinal orgulhoso de que a cidade “evoluiu” e agora, sim, é uma cidade de verdade, e não mais um fim de mundo no meio do cerrado.

Enquanto isso, acompanha-se com a curiosidade de um voyeur, pelo rádio ou Internet, as “dificuldades” do motorista, esse sujeito indeterminado, e planeja-se o trajeto –ou uma desculpa para se atrasar– de acordo com esse fetiche.

18/03/2008

LEITOR APRESSADO

Quando eu li na Folha que o jornal passaria a publicar uma nova seção chamada Folha Corrida, imediatamente pensei se tratar de assuntos relacionados a esse tipo de exercício físico. Nem deu tempo de pensar que poderia ser um investimento do jornal na área policial, ainda que o trocadilho soasse bastante infeliz. Li imediatamente que se tratava de uma seção direcionada ao “leitor apressado” (estaria a Folha investindo nos correrias?).

“Leitor apressado” é uma figura que existe só porque a Folha quer. Quem tem pressa não lê –mesmo os “sossegados” lêem cada vez menos, vide a circulação dos jornais.

Então esse sujeito “apressado”, diz o jornal, pode ficar por dentro do que acontece no mundo em “cinco minutos” ao ler essa seção, uma página inteira. Isso não deveria ser a função da primeira página? A Folha Corrida (é muito bom esse nome, vai) ocupa a contracapa do caderno Cotidiano.

O “leitor apressado” tem de abrir o jornal, procurar o caderno Cotidiano e ler sua contracapa. Tomara que ele não tenha tanta pressa assim…

O curioso é que a Folha, que tem um dos piores sites de sua versão impressa entre os grandes jornais do mundo, imprime em papel o que que poderia ser publicado em uma tela, cujas chamadas poderiam apontar para as páginas com as notícias em si. Parece uma homepage impressa. Parece também conteúdo ideal para essas telas instaladas em elevadores e táxis que exibem as “últimas notícias”.

Mas no site, a página fica assim, o que não faz nenhum sentido.

Ou seja, a idéia não é má, só é executada na “mídia” errada.

06/03/2008

“Show de bola” é o “arrasa!” hétero.

06/03/2008

STONES E DYLAN NO MESMO DIA

Pela manhã, show dos Rolling Stones. À noite, show de Bob Dylan. Como bem disse meu grande amigo que me acompanhou nesses eventos, “hoje foi um dia feliz”.

Sobre os Stones, o balé de Mick Jagger é captado de modo inédito em “Shine a Light” (China Light?), de Martin Scorsese. A dança do líder sexy da banda que faz o blues mais sexy que existe é tão enérgica quanto bela. E eficiente. Aquele cara magro transborda para dentro de quem o olha. Isso inclui seus colegas de banda, o público do Beacon Theatre e você.

Scorsese faz com que você seja Mick Jagger, que você esteja no palco com Keith Richards, que você possa perceber como é ser o maior e mais longevo rock star do mundo.

E os olhares. Os olhares! A câmera se move na altura dos olhos dos caras (Scorsese style), não de cima para baixo, como são as captações regulares de shows. E ali se dá uma comunicação fodida entre todos. Cada olhar diz tudo que precisa ser dito. Depois de mais de 40 anos juntos, os Stones se comunicam cada vez mais com cada vez menos recursos.

E então, Dylan. Gostaria de ter visto Dylan e sua ótima banda num bar de beira de estrada no Kentucky enquanto tomava cerveja com um amigo –o mesmo que viu esses shows ontem não seria mau, hein?. Acho que prefiro ouvir a música no lugar onde ela faz sentido, ou, nesse caso específico, no lugar de onde ela brotou, na América Profunda, banhada de conservadorismo, religião e desolação. Dylan subverte isso ao pertencê-lo.

Que voz, não? Uma voz poderosa que diz poucas palavras inteligíveis, mas que reverbera uma trajetória singular, uma voz que emite o palimpsesto da história do rock que viveu e cantou. Em cada nota (nota?) ecoa uma respeitabilidade fodida (ainda que isso não seja sinônimo de reverência), que só esse sujeito tem, porque, como Campari, só ele é assim. É quase palpável essa voz. Não se fica imune a isso, há que se perceber que existe uma força incomum.

Então, eu puxei o coro de “Judas! Judas! Judas!” enquanto todos gritavam “Dylan!”. Primeiro e principalmente porque foi divertidíssimo, segundo porque isso é a subversão da reverência sacra devotada a ele por meio de um expediente caretíssimo, usado justamente porque Dylan havia sido subversivo.

Mas também gritei “Suplicy! Suplicy! Suplicy!”, que até agora deve estar procurando a resposta que o vento levou pra longe.

04/03/2008

Notícia:

Record tenta tirar Fábio Assunção da Globo

E vai oferecer o quê? Uma carreira brilhante? hahahaha

03/03/2008

SEMENTE DE MOSTARDA

Após perder seu filho, uma mãe procura Buda na esperança de que seu filho volte com vida e de que sua dor seja aplacada. Buda lhe diz que a cura está na semente de mostarda encontrada no jardim de uma casa. Mas não de uma casa qualquer. Nela não podem ter havido mortes de ninguém que more nela nem dos seus parentes; enfim, a mãe teria de encontrar uma semente de mostarda em um jardim de uma casa livre de dores. Ela sai em busca da semente em tal casa. A procura foi grande, mas infrutífera. A mãe não encontrou nenhuma casa onde não tivessem havido mortes e dores. Eis o ensinamento: a compreensão de que o sofrimento dela não era único e o consolo que as dores alheias podem lhe dar.

A diretora Fernanda Scalzo fez sua busca particular em jardins de casas cujas dores são tão pungentes quanto as dela no documentário “Semente de Mostarda”, recém-finalizado. E ela não vai sozinha nessa jornada.

Sete mães desconhecidas entre si compartilham suas experiências de terem seus filhos mortos, numa espécie de ciranda em que uma entrevista a outra, que entrevista uma terceira, e assim por diante. Não há pais, irmãos ou parentes no filme, apenas mães e algumas imagens das crianças.

A causa das mortes desses filhos são tão variadas quanto a idade deles: assassinato, doença congênita, desaparecimento, meningite fulminante, acidente de moto, leucemia e bebê natimorto. O tempo de perda varia de pouco menos de dois anos a mais de 20 anos, o que faz com que as reações dessas mães sejam distintas entre si.

O tema é duro, duríssimo, e é tratado com elegância e sobriedade notáveis, sem que a obviedade da busca pela lágrima gratuita (ainda que nenhuma das derramadas no documentário possa ser classificada assim) seja determinante. O que importa aqui é a expurgação da alma.

E o fime é tocante não só pelos casos relatados, mas, principalmente, pela maneira como ele é conduzido. É muito fácil emocionar o espectador com depoimentos de mães que perderam seus filhos. Difícil é fazer disso algo libertador tanto para as próprias mães quanto para quem lhes assiste. “Semente de Mostarda” cumpre esse papel, tal a lenda de Buda, e em escala maior.

Ao fazer com que uma mãe entreviste a outra, Fernanda obtém um diálogo profundo com a experiência da perda, algo impossível numa conversa entre um documentarista “isento” (ou um jornalista, profissão da diretora) e alguém que hoje não tem mais o seu filho por perto. As dores se complementam e se diluem no decorrer do filme e se tornam um grande oceano difícil de navegar, onde elas mesmas ditam a rota da serenidade, já que, como diz uma delas, “ninguém perguntou se eu queria passar por isso, simplesmente tive que lidar”.

Há uma cumplicidade tão espantosa entre elas que é preciso repetir que essas mães não se conheciam até a filmagem desse documentário. E é aí que reside a força de perguntas como “como foi quando você soube?”, porque quem questiona não o faz por nenhum outro interesse que não seja o de simplesmente ouvir, já que ela própria também tem a sua resposta.

A diretora começa a ciranda de entrevistas. E ela é a última entrevistada, que narra sua experiência com a morte de Matias aos 4 anos, há 15 anos.

“Semente de Mostarda”, o primeiro documentário de Fernanda, é um filme corajoso por expor talvez a maior dor que uma mulher possa sentir, ainda que “não seja uma questão de escala de dor”, como diz uma mãe. E por expor com delicadeza e “emoção objetiva” a própria condição da diretora.

Com isso, o filme oferece a cura possível para uma dor tão infinita quanto a vida, um poder que só as mães têm.

01/03/2008

MINIDYKES

Eu sei que as crainças estão cada vez mais adultas, que são independentes, que fazem shows, lançam discos e fazem programas na TV com desenvoltura.

Até as mais erotizadas estão cada vez mais seguras de si.

Mas a notícia de que uma menina de 5 anos morreu depois de comer uma bolacha deixou toda a comunidade lésbica preocupadíssima.

Não há informações se a bolacha em questão usava pochete durante o ato.

01/03/2008

O final de abril reserva dois lançamentos que devem causar algum barulho. O disco de Madonna, por motivos óbvios, sempre chama a atenção, ainda que eu não tenha grandes expectativas em relação a esse “Hard Candy”, último disco lançado dela pela Warner, porque raríssimos álbuns lançados sob imposição de contratos são relevantes; tudo cheira a ocaso.

Já o terceiro álbum de Jamie Lidell, dia 28, pela Warp, pode ser mais estimulante. Não só pelo excelente segundo disco, de 2005, como por isto.

01/03/2008

Remistura caminha para a 30ª edição.

Conhece não? Clica e ouve.