Chamo de bom fogão aquela coisa sem frescura, sem muita necessidade de manual, com a qual se pode perder a paciência e fechar o forno com o pé por estar com o frango assado nas mãos. Aquele cujas medidas do forno permitem que as Sylvias Plaths em potencial se suicidem com toda a comodidade, sem que tudo se trave para não escapar gás. Que não precise apitar para nada e que os botões não saiam nas suas mãos a toda hora. Um fogão macho.

Nina Horta escreve tão bem quanto cozinha.

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