Um amigo não vê a hora de assistir a “Tropa de Elite”. Não porque ele se interesse pela abordagem da polícia no filme nem por causa da atuação de Wagner Moura.

Ele só quer passar a entender as piadas.

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Outro amigo falou sobre um conhecido nosso: “O cara é maluco, manda email às 6h30. Quando não tem ninguém pelado na cama dele, ele está sempre trabalhando.”

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O novo show da Björk é a releitura cênico-musical do casamento do Shrek: coro de sopros, decoração pagã e eis que surge a princesa Fiona.

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Por falar em Björk, suspeito que ela tenha emprestado o vestido que usou no show do Rio para o brega Brandon Flowers usar no pedestal do microfone no show do Killers.

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Por falar em Killers, a banda desobedece o ditado mais famoso da cidade de onde vieram: “What happens in Vegas stays in Vegas”.

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A Mostra de Cinema de SP é um evento organizado por velhos (basta ver a identidade visual dos cartazes e os filmes selecionados) para velhos. Não que haja algo errado com isso, mas o Festival do Rio é bem mais vibrante.

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Quando haverá bons shows para mil pessoas em SP? Ou para sempre serei obrigado a dividir o espaço com 6.000, 10 mil, 20 mil, 30 mil, 60 mil pessoas para ver uma banda legal ao vivo? Um show para 500, mil, 1.500 pessoas é o ideal em termos de satisfação do público: a energia não se dissipa, e a experiência é mais intensa. Mas parece que aqui ninguém liga muito para isso. Então prefiro passar pelos seguranças de Cumbica.

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Aliás, é interessante que, até hoje, haja uma empolgação excessiva quando *qualquer* banda vem tocar no Brasil. Empolgação dos jornalistas (que se esmeram em divulgar antes e sem nenhum critério qual será a próxima banda a desembarcar aqui apenas pelo fetiche do “furo”), que contagia os leitores. E então esse show (ou, mais comumemnte, esse festival patrocinado por empresas de telefone, que agradecem pela divulgação “espontânea”) se torna um evento realmente importante. Mesmo que seja do Phoenix, Juliette and The Licks ou Lily Allen. É quando São Paulo vira Uberlândia. Ou, vai ver, São Paulo é de fato a Uberlândia do mundo.

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Quando se tratam de publicações de música, todo mundo tem tanta opinião que parece que não existem mais os tais formadores de opinião. Seria ótimo se as opiniões não fossem sempre as mesmas.

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Este ano, cerca de 78 “divas” fizeram show em SP e uns 34 shows foram “incendiários”. Por outro lado, apenas 12 artistas “exóticos” estiveram por aqui e só uns 9 fizeram “rock sem firulas”.

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Sexo é bom, mas enche o saco.

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