O melhor da mostra “Picasso na Oca” não é a exposição, fraquíssima -quase vexatória em sua nenhuma represenatividade do pintor, sem falar nos textos melodramáticos-, mas a presença de Oscar Niemeyer numa sexta-feira chuvosa. Acompanhado de Edemar “mil dentes” Cid Ferreira, o comunista mal conseguia subir aquelas porcarias de rampas que ele mesmo construiu.

Você pode ser piedoso e alegar que ele tem quase 100 anos. Mas qualquer arquiteto constrói obras das quais pode usufruir por toda a vida. Não Niemeyer, que construiu Brasília, cuja funcionalidade é a mesma de uma “couture” de John Galliano, e mora no Rio. Construiu a Oca e não consegue usá-la.

Alguma coisa deu errado, camarada…

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