Os desfiles da SP Fashion Week deviam seguir os mesmos procedimentos dos desfiles de escola de samba, já que as famosas baianas estão em qualquer tipo de desfile.

Os piores desfiles desse “grupo especial” tinham de ser rebaixados para a Casa dos Criadores, o “grupo de acesso fashion”.

Aí o nível ia melhorar, e esses estilistas de butique de bairro poderiam arrotar menos atitude. A coisa funcionaria na humildade e no profissionalismo hype. Em 2004, quem botasse uma coleção electro ou anos 80 na avenida, cairia sem perdão. O mesmo vale para looks new wave. Tchau. Isso é o equivalente a homenagear Xuxa em escola de samba.

Importante: moda infantil deve ser tratada como tal, não como “tendência” e “irreverente”. Por fim, cópia de desfiles estrangeiros implica eliminação do jogo.

Então, aos quesitos de julgamento dos desfiles de moda:

– evolução (em relação ao desfile anterior hahaha)

– harmonia (dos tecidos, proporções etc.)

– fantasia (afinal, it’s all about that)

– alegoria e adereços (idem)

– trilha sonora (cada desfile usa música e djs *diferentes* entre si)

– abre-alas (gisele, gringa ou ator da Globo são opções de risco)

– cenário (a única coisa que presta na moda atual, o que é um contra-senso)

Claro que o julgador dos quesitos não seria nenhuma Lecy Brandão clubber, que estaria muito envolvida com a comunidade, ops, mundinho e conheceria todas as “tias”, digo, drags da velha-guarda.

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