Por que é necessário saber o que quer? É quase um dogma. Você tem de saber, de preferência aos 17 anos, que é uma idade bem legal pra ter certezas. E pra quer ter certezas? De quê? Isso é aparentemente definidor. É possível desejar (e querer algo é isso) com a experiência. OK, isso parece auto-ajuda, mas não é, não quero ajudar você (se é mesmo que existe alguém lendo isso; é possível que seja engano, e aí o cara pode ter digitado “engano” no google, acontece). Talvez me ajudar no sentido de esclarecer algo porque isso é pensado de alguma forma até chegar aqui.

Imagina terminar com “eu quero ser feliz, apenas”. Não é bonito? Isso é até uma mensagem. Não aquelas “msg”, mas uma mensagem mesmo, um ensinamento hahaha.

E há uma luta produtiva em evitar a primeira pessoa e traduzir a primeira pessoa. Tudo bem que a “primeira” pessoa seja a mais importante, afinal a gramática é quase um campeonato. Porque trata “ele” como terceira pessoa, desculpa, não é pensar no próximo. Até porque o mais próximo da primeira pessoa é o “tu” que caiu em desuso. A pessoa mais próxima do “eu” não é nem mais utilizada! Que dirá da tercviera pessoa do plural, que dependendo da fila, vai voltar amanhã, pq está cinco casas distante da primeira do singular.

E a terceira pessoa, essa “pessoa” com a qual não se dialoga, pode ser qualquer um (ou, portanto, ninguém). E aí está a primeira pessoa a imaginar algo que possa ser a sua própria terceira pessoa. a “terceira pessoa da primeira”. Deveria haver uma onjuigação específica para isso.

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