HERBERT NADA VIANNA

Matthew Herbert é o sujeito típico com todas as qualidades para ser um mala completo. Anticapitalista e politicamente ativo, fez o disco Mechanics of Destruction sob o nome de Radioboy, em que criticava, de modo bem peculiar, a mídia, os conglomerados multinacionais e outros alvos do Fórum de Porto Alegre; é autor de uma espécie de Dogma musical, o manifesto PCCOM (Personal Contract for the Composition of Music), que, entre outros itens, inclui a proibição de sampling, de drum machines etc.; e agora tem uma big band de jazz anos 40, cujo álbum Goodbye Swingtime acaba de sair.

Apesar (ou por causa) disso tudo, é um dos nomes eletrônicos mais criativos e originais que existe.

Comece por Around the House, disco de 98, depois vá para Bodily Functions, de 2001, cujo nome faz jus a maneiras de composição de algumas músicas (tipo Matmos _com resultado menos experimental e com a colaboração da dupla “cirúrgica”), e deleite-se com Secondhand Sounds, de 2002, álbum disco de remixes, alguns maravilhosos, para usar o termo exato.

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