QUE VENHAM OS 40

Muito bem. Os 40 estão a pouco mais de um mês. É uma sensação estranha de ter visto tudo, mas é óóóbvio que não só não vi nada como o que há para ser visto é bem mais interessante do que já vi. 40 anos parecia uma idade inatingível, que cairia num longíquo 2003, como se fosse o ano em que se passava algum filme de ficção científica _ninguém estaria vivo para ver se aquilo era mesmo daquele jeito.

Os cabelos continuam, a barriga dá alguns sinais de que gostaria de ser maior, mas ela foi feita para ser “embutida” mesmo etc. etc. O legal de fazer 40 é que todo esse papo de “balanço” e “revisão” da vida não faz o menor sentido. A não ser quando se trata de discos. É um pouco demais ter todos os discos do The Farm, por exemplo. Aos 40 você percebe que os discos possuem prazo de validade; outros se transformam em lembrança de uma época, uma pessoa… Enfim, ele será lembrado por um fato completamente diferente do que o motivou a comprá-lo.

O ruim, ruim mesmo, de completar 40 é ter de ouvir de idiotas (ou seja, 100% dos que falaram omigo sobre o assunto) que “depois que entrou nos ‘enta’….” e segue uma risada de escárnio. À puta que o pariu, falei?

De resto, os 40 são a tranquilidade almejada aos 30, mas que demorou 10 anos para chegar. Como já disse a inssossa Sheryl Crow, os 40s são os novos 30s. E não é que ela tem razão?

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