Archive for fevereiro \27\UTC 2003

27/02/2003

PARCERIA

O norueguês Erlend Oye (fala-se “êrlenôie”, se quiser saber) não fez lá grandes coisas no Kings of Convenience, mas bastou se juntar com o meu primo Morgan Geist para tudo ficar bem marlegal.

Aguarde em breve o seriado Os Geists.

27/02/2003

NO ALMOÇO

Gisele Bündchen é a egüinha pocotó do Ricardinho Mansur.

27/02/2003

ENOUGH IS ENOUGH

Chegará um tempo, senhoras e senhores, em que matérias sobre blogs _e suas infames listas com sites de jornalistas, nerds e amigos_, reportagens sobre a moda “exótica e irreverente” dos adolescentes japoneses e o bagaceiro “dá uma sambadinha pra gente ver”, da cobertura de Carnaval pela TV, serão EXTINTOS da Terra.

Desaparecerão tais e quais os dinossauros, o TK-82 e a varíola.

E então a humanidade poderá evoluir aliviada.

26/02/2003

A FRASE

Me liga daqui a pouco no barracão do Salgueiro, mas quando pedir pra falar comigo, não chama Gilberto, não. Me chama de Pitanga, falou?

Gilberto, assessor do Salgueiro

Pelo menos não pediu para chamá-lo de Marlene.

26/02/2003

BALLS

E não é que existe mesmo uma sorveteria chamada Ora Bolas? Já existem visionários colocando em prática idéias comerciais infames neste país.

É que eu não havia concatenado

Dã.

26/02/2003

SURTO

E esse Skol Beats, hein? Pregui… Quantos DJs vão cancelar a vinda com medo da guerra? Bom, como precedente temos Derrick May, que ficou conhecido como Derrick Maybe depois de dar um cano numa festa.

Mas, gente, chega de baixo astral, sabe? Chega de jogar tudo pro chão, de negativismo, porque o mundo, gente, o mundo precisa de alegria, união e muita paz!

26/02/2003

SEDE

Queria beber uns goles de arma química. Mas arma química pura, da boa.

25/02/2003

2003 ATÉ AGORA

Eis os discos que saem das caixas de som mais próximas desde 1° de janeiro. Uns novos, outros nem tanto, mas quem se importa?

  • The Soulsavers Soundsystem The Soulsavers Soundsystem Presents.. Fear and Loathing on the Wheels of Steel – Não faço idéia de quem seja. Esse disco é uma amostra promocional vendida apenas na loja da Rough Trade londrina. Mais de uma hora de soul music dos 60 e 70, alguns rocks da mesma época e uma versão sensacional de Like a Rolling Stone, cuja autoria também desconheço. Um Baú Pop, tudo numa faixa só, como o filme Arca Russa: imagens/sons que passeiam por você numa única tomada. As músicas são costuradas umas nas outras, mas quase não há interferência nelas, como fazem os 2 Many DJ’s.
  • Artist UnknownFuture – Primeiro e único álbum dessa dupla berlinense da qual não se sabe nem a cara que tem. Eles se vestem completamente cobertos, de terno branco, óculos e gorro de bandido, na capa desse disco, de 2000. E de calça, máscara e jaqueta jeans abotoada até o pescoço, com óculos de motoqueiro, num show na Espanha _um visual sado-terrorista num verão de 33°C. Eletropunks e pervertidos, a dupla é mais bem comportada no disco do que no palco. Por todo o disco, os sintetizadores são servidos crus e o eletropop dos 80 é chutado para lugares violentos. Às vezes seco (Anthem), rude e “Numanesco” (The Piper at the Gates of Detroit), a destruição está por toda parte. Porque para ser hardcore e EBM há de ser tosco _e nem todo electro é glamouroso.
  • Colette N° 4 – Quarta coletânea da lojinha da Saint Honoré, com músicas “do momento”, como House of Jealous Lovers (The Rapture), Losing My Edge (LCD Soundsystem), Comfortably Numb (Scissors Sisters), além de Hooked on Ebonics (Knifehandchop) e Seventeen, do Ladytron, remixado pelo Soulwax. Como de praxe, há uma faixa escondida: a bizarra Fashionist, de Waldorf, em que nomes de grifes de roupa são declamadas em canto gregoriano. Apesar de ter outro disco remixado pelos 2 Many DJ’s (16 minutinhos), esta coletânea não é a melhor das quatro.
  • Radio 4Gotham!Dance to the Underground tem uma levada da breca, mas a melhor do disco é Struggle, cujo baixo tem cordas feitas de Emerald, Saphire e Gold (as tais ESG). Das bandas nova-iorquinas que costumam fazer revivals e chamar isso de “nova cena”, a Radio 4 cumpre direitinho o seu papel de déjà-vu, e os produtores do DFA fazem dançar. E a caixinha do CD é legal o suficiente para chamá-la de estojo. Para ouvir bêbado num muquifo calorento.
  • DJ VadimU.S.S.R The Art of Listening – É Ninja Tune, é russo, é hip hop e é experimental prakarai. O mais novo disco do moço apresenta uma participação especial em cada música, dos franceses do TTC ao norte-americano Motion Man. Como o nome sugere, é um disco difícil de digerir porque amplia alguns limites a fórceps _e o risco de tudo está em apreciá-los.
  • The RemiXFM² – Segunda coletânea dupla de remixes da rádio inglesa XFM. Me gusta mucho de remixes. E há uma penca deles aqui, são tantos, novos e antigos, que nem vou enumerá-los. O mais interessante porque destoante é o que a Peaches fez para Get Me Off, do Basement Jaxx. Ô, disco divertido.
  • Sneaker PimpsBloodsport – O que leva alguém a comprar o terceiro disco dos Sneaker Pimps? Quando descobrir, lhe aviso. Completamente diferente do trip hop original da banda, este disco está mais sujo e mais fraco, com o vocalista Chris Corner no lugar de Kelli Dayton, que cantava no primeiro álbum. Rock sub-Depeche Mode, o que, convenhamos, é bem próximo de uma bosta.
  • Missy ElliottUnder Construction – Oh, yeah! Shake your booty down. A Mulher Maravilha do hip hop continua se apropriando do discurso tipicamente machista do gênero e usando-o a seu favor. Com boas doses de deboche e sarcasmo, Missy ultrapassa a superfície rígida do hip hop (a mesma em que os rappers brasileiros estão encalacrados) e ousa o que o maisntream permite. Se não chega a subverter algumas regras _afinal tudo ainda é muito sexual_, ela deixa claro que cada faixa é uma “Missy Elliott exclusive”. E foda-se.
  • Badly Drawn BoyHave You Fed the Fish? – O querido da imprensa inglesa tem o mérito de ter um selo com Andy Votel. Além disso, este segundo álbum é mais bem acabado e menos lo-fi (leia-se indiezinho) que o primeiro (sem contar a trilha de About a Boy), de modo que possui um estalo de originalidade. Mas é inofensivo, e quem não gosta de ouvir algo assim de vez em quando? É tão pop quanto dar comida ao peixe.
  • Beth OrtonDaybreaker – Se existe uma trilha do verão 2003 (que teve uns quatro dias, considerando verão um período quente e de ócio), é esta. Assim como foi The Good, the Bad and the Funky, do Tom Tom Club no verão de 2000, ainda que não haja nenhuma ligação formal entre os dois. Este álbum é mais ensolarado e, ahn, orgânico que o anterior, Central Reservation, e só isso basta. Sem mais conjecturas, é para ouvir durante a viagem de férias, sem pensar em nada, com cabelos ao vento, beijando quem você gosta. E, acima de tudo, para ouvir depois, pensando em todos esses momentos em que o disco esteve tocando enquanto você estava de férias, sem pensar em nada etc. E Ryan Adams está muito bem como coadjuvante.
  • Shirley BasseyThe Remix Album… Diamonds Are Forever – Exceto a horrenda última faixa, If You Go Away, remixada por Moloko, o disco é uma beleza. Os Propellerheads remixaram mais uma dela, Goldfinger (este disco é de 2000), desta vez mais com um resultado mais classy. Por falar em classe, adjetivo tatuado em Ms. Bassey, a versão dela de Light My Fire, remixada por Kenny Dope, deixa no ar a pergunta: o que seria um remix dessa música na voz de Maysa? Mantronik, Groove Armada, DJ Spinna e Nightmares on Wax fizeram um trabalho digno, em que respeitaram a voz dos filmes de James Bond, remexendo com propriedade nas músicas sem que elas perdessem o que têm de melhor: a alma de Shirley Bassey.
  • Everything But the GirlLike the Deserts Miss the Rain – Gosto de coletâneas de grupos de que não possuo nenhum álbum. Isto posto, esta coletânea é a dose suficiente de EBTG de que minha estante precisa.
  • Beth Gibbons & Rustin ManOut of Season – Não é porque ela canta mal, que os discos são maus. Longe disso. Mas ainda não estive no mood adequado para escutar este disco como se deve.
  • CassiusAu Rêve – Bons momentos recheados de outros nem tanto. É o disco que se costuma classificar de “irregular” (ou atira para todos os lados). Thrilla, com Ghostface Killah, e Till We Got You and Me são o que eu gostaria de ouvir num disco desta dupla francesa. Não I’m Woman nem Protection.
  • Groove ArmadaLovebox – Antes: o disco possui uma faixa bônus na internet, e isso é legal. E Groove Armada está em ótima forma, avançando na mesma direção jamaicana de Vertigo e Hello Country Goodbye Nightclub. Eles deviam estar de saco cheio de estar asociados à mellow music, chill-out, essas coisas. Groove Is One e Final Shakedown são músicas que gostaria que houvesse num disco da dupla. E, para além das influências reggae, o Groove Armada dosa bem house, funk e rock sem caricaturas. Discão.
  • Triple RFriends – Disco de remixes deste alemão, que remisturou músicas dos amigos, como Dntel, Ada, Luciano, Pwog e Oxtongue, que, exceto o primeiro, são ilustres ninguéns. O melhor disco de remixes da década é formado por tekno minimalista, com quase nenhum vocal _ e os que existem são sussurados_, o que confere uma deliciosa paisagem abstrata (um Pole menos vanguarda, digamos), que nunca se perde de vista. A melhor música: Tanz Mit Mir, de Schaeben Und Voss, que ativa regiões adormecidas no cérebro, que por sua vez emitem sinais intricados para o resto do corpo. Dance comigo, baby.
  • Andy VotelAll Ten Fingers – Rock experimental com glitches utilizados de forma lúdica. Ah, vai ouvir, num aguento mais escrever.
  • 22/02/2003

    CERA QUENTE

    O choque foi tão grande que só consegui repercutir o fato quatro dias depois. Uma amiga me chamou a atenção para o que estava ocorrendo na televisão. O primeiro capítulo da nova Novela do Leblon: A Sociedade de Helena estava sendo exibida na Globo, quando ouço gritos. Olha isso!

    Gentedocéu, era o Tony Ramos se barbeando sem camisa. Para quem não conhece o ator brasileiro, ele é famoso pelo excesso de pêlos que possui no corpo. Por todo o corpo, do omoplata ao peito do pé, de modo uniforme. Se um dia a pele que cobre esse ator fosse extirpada com precisão, certamente daria um bom gramado de futebol. Enfim, ele é um nigérrimo Sully de Monstros S/A.

    Mas ele estava a se barbear sem camisa. Ele se barbeia praticamente até o colo. E tem um “decote” de pêlos discreto. Acho que ele podia fazer um desenho mais quadrado, como o decote princesa, sabe? Isso já era grotesco.

    Mas ele sai da pia e vai ao chuveiro, e a câmera capta suas costas, com direito a tomada no “cofrinho” (ECA! ECA! ECA!). Gritos e espasmos diante da TV, que não recebeu meu vômito porque não havia jantando ainda. Nojeira semelhante só tinha visto quando o Goulart de Andrade mostrava as aplicações de silicone industrial nos travestis do centro de SP.

    Será que o Tony Ramos sabe que “tonyrramos” é sinônimo de gente peluda, gente gorila, em todo o Brasil? Por que ele insiste em reforçar essa coisa escrota em rede nacional?

    Diante disso só me resta apelar à comunidade internacional: NO WAR, WAX TONY RAMOS NOW!

    22/02/2003

    LILI RULES

    Vai ensinar seu filho a não inventar matéria, hahahaha.

    21/02/2003

    Não perca amanhã aqui os discos que marcaram 2003 até agora.

    21/02/2003

    NOME S/A

    Mais um nome incrível para estabelecimentos comerciais, desta vez verídico, diretamente de Itacaré, na Bahia:

    Show de Bola: sorveteria.

    Se bem que uma sorveteria que se chamasse Ora Bolas seria marlegal, hehe.

    21/02/2003

    SABORES

    Depois da Fanta Morango, agora existe a Absolut Vanilla.

    E ainda dizem que essa guerra no Iraque é importante….

    21/02/2003

    RECEITA PARA UM FILME DE SUCESSO

    Então você quer ganhar dinehiro com cinema e não sabe por onde começar. Simples, siga os procedimentos abaixo:

  • Os persoangens e os lugares onde acontece a trama têm nomes de Floral de Bach
  • Crie seqüências. No mínimo três. Mesmo que depois você invente outra seqüência que aconteça antes do primeiro episódio original ou surjam continuações com “novas gerações”
  • Imprescindível que Bem e Mal sejam óbvios. Também deixe claro que os bons são brancos e os maus, negros
  • Exploda o máximo que conseguir, de preferência por computação gráfica
  • Os personagens usam capa, espada ou máscara
  • Beijos só em último caso. Isso tira o foco das batalhas
  • Ou, se tiver pouca grana para investir, faça um filme sobre um casamento de uma família “exótica” e numerosa (grega, indiana etc.)
  • 21/02/2003

    RRRRRROLLING STONE

    How does it feel, baby

    How does it feel, little girl

    To be without a home

    Like a complete unknown

    Like a rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrolling stone?


    The Soulsavers Soundsystem

    20/02/2003

    GRUDE

    Don’t be fooled by the rocks that I got

    I’m still, I’m still Jenny from the block


    Jennifer Lopez, a Kelly Quenga de lá.

    17/02/2003

    NO WAR

    Aliás, tem pacifista tão radical, mas tão xiita, que mandou queimar o jogo War do filho.

    17/02/2003

    APELO

    Manifestação pela paz qualquer mané faz. Quero ver fazer manifestação pela guerra, gente empunhando cartazes pró-Bush e se mobilizando pelo ataque imediato ao Iraque. Tem de ter coragem, culhão, pra isso.

    Se 40 mil foram ao último comício das eleições presidenciais de Jean-Marie Le Pen, em Paris, por que agora ninguém exibe sua demência em público?

    15/02/2003

    ABAIXO O DOWNLOAD

    Cara, nunca usei o Soulseek, nunca entrei na home do site deles. No total devo ter baixado umas 10 músicas no último ano, se tanto, e no Kazaa _this is soooo 2001. Ouço tudo o que quero sem baixar nada, a maioria via streaming. Não tenho saco de gerenciar pastas de MP3, de queimar discos, de fazer coletânea, nada. Aperto play e ouço, como nos velhos tempos.

    15/02/2003

    DELIVERY

    É melhor pedir do que roubar.

    14/02/2003

    APROPRIADA

    A Kelly Qui como garota-propaganda do uso de camisinha é a coisa mais sensata que o governo fez. Uma profissional do sexo incentivando o uso de preservativo é MUITO MAIS convincente e eficaz do que essa dupla de irmãos de plástico chamada Sandyjunior, que falam sobre camisinha com a mesma naturalidade que falariam sobre Stockhausen.

    14/02/2003

    OH… MY… GOD…

    Vou fazer um filme de sucesso. Mais sucesso do que qualquer um da Xuxa. Vai se chamar O Invasor da Cidade de Deus É Brasileiro, com Antônio Fagundes como um traficante barra-pesada e Paulo Miklos fazendo o papel de Mariana Ximenes. Os dois acertam as contas num baile funk nas areias escaldantes de Alagoas, enquanto Sabotage, numa jangada, faz milagres levitando Paloma Duarte pelo mar.

    A continuação desse filme já está no gatilho: O Invasor da Cidade de Deus É Brasileiro e Não Conhecia Tururu.

    14/02/2003

    JEDI X JUDEU

    Diz que na Grã-Bretanha tem mais Jedis do que judeus.

    14/02/2003

    AULA DE INGLÊS

    The F word

    14/02/2003

    Este primeiro álbum do alemão Richard Riley Reinhold, vulgo Triple R, lançado em outubro de 2002, é um dos melhores discos de remixes da década até agora.

    13/02/2003

    BUTCHERS ORCHESTRA

    Gangues de Nova York é desagradável. As torres no final, o espírito patriótico norte-americano como espinha dorsal da trama e a beligerância gratuita retratada como verdade absoluta e alicerce do Grande Império causam certo mal estar em que não nasceu nos EUA.

    Sem contar a musiquinha do U2, que sonoriza os créditos, justamente após a aparição das torres no horizonte.

    Mas, como disse uma senhora cinéfila que já havia assistido ao filme no Rio: É Shcorsese puro! (seja lá o que isso signifique).

    13/02/2003

    OBRIGADO, NÃO

    Aquela ferramenta de comentários é uma ferramenta de construção de ansiedades. Alguns posts escritos aqui estimulam um comentário de quem lê, é fato. Mas isso não é motivo suficiente para que esses comentários sejam publicados. Até comento em outros blogs porque acho legal, mas colocar essa coisa aqui implica escrever pensando nos comentários, frustrar-se ao não ver nenhum comentário publicado e ler *todos* os que forem escritos. Não é o caso.

    Os comentários são uma espécie de lista de discussão minimalista que em alguns casos substituem uma “msg de icq”, e isso é um meio de comunicação significativo na medida em que soluciona uma vontade (do leitor) de se expressar ao mesmo tempo em que alimenta o desejo (de quem escreveu primeiro) de repercurtir o troço. Isso se chama diálogo. Mas aqui não é uma ágora.

    O curioso é que não conheço ninguém que acredite que alguém possa escrever apenas com o objetivo de singelo de exercitar a escrita, e não para ser lido _muito menos comentado. Sempre surgem babacas com teorias de que “no fundo todo mundo escreve par ser lido um dia”. Todo mundo menos eu. É um pouco desrespeitoso com o leitor (que, afinal, está aqui porque quer e compartilha com algumas coisas escritas; caso contrário é um louco), mas este blog está longe de ser um lugar de respeito.

    Em outras palavras, estou pouco me fodendo para que o leitor pensa.

    (Já imaginou se houvesse um link aí embaixo para você comentar e ninguém comentasse isso? Você já pensou em que estado ficaria o dono do blog? Os mais carentes já pensariam em suicídio. Portanto, quando vir um post sem comentário, vá lá e diga alguma coisa _qualquer bosta_ e faça um dono de blog mais confiante.)

    13/02/2003

    PENSE NISSO

    Chiquinho Scarpa é o Michael Jackson brasileiro.

    12/02/2003

    12/02/2003

    DO NOT CROSS

    Depois da decepção (??) da não-indicação de City of God, agora inventaram que Cateana Velosa é “o representante brasileiro no Oscar”.

    Meu bem, deixa eu falar uma coisinha para você: representantes brasileiros no Oscar são as J. Sisters, que depilam 20% de Hollywood, e um ou outro chofer de limo nascido em Valadares, sã?