PÉ NA ESTRADA

Tenho simpatias dúbias por Manu Chao. Ilegal, clandestino, ele leva as ruas com marijuana para dentro de casa, fala sobre fronteiras _geopolíticas e sociais_, dança com a globalização. Tem a subevrsão hippie correndo pelas veias que canta contra o estabelecido cada vez mais estabelecido. E Barcelona, sempre presente, és la color que me gusta mucho.

Mas essa coisa odara, saia rodada e chinelo de couro… Ou eu sou mesmo um chato.

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